Todo o feijão comercializado pela PANTERA ALIMENTOS começa a ser selecionado já na compra, onde se verifica a qualidade do plantio e qualidade final do grão colhido. Quando o feijão chega em nossa empresa, passa por um rigoroso processo de beneficiamento, atendendo os mais exigentes padrões alimentares de higiene e pureza, pelo que resulta um produto final de alta qualidade e amplamente reconhecido pelos nossos exigentes consumidores.
O feijão, a soja, o grão-de-bico, a lentilha, a ervilha a fava são todos da mesma Família as Leguminosas. Ao todo existem cercas e 14 mil gêneros na Família das leguminosas. As sementes leguminosas são classificadas em dois grupos:- as oleaginosas (soja e amendoim) e as de grão (feijão, lentilha, ervilha e fava).
No gênero feijão - Phaseolus Vulgaris - é o mais difundido e consumido no mundo.
Existem diversas variedades e denominações de feijão: Azuki, Bolinha, Branco, Canário, Carioca, Corda, Encarnado, Engopa, Fava Gaúcha, Fava-Fresca, Fava-Seca, Fradão, Frade, Fradinho, Jalo Manteiga, Manteiguinha de Santarém, Minifeijões de Tocantins, Mulatinho, Mungo, Olho-de-Peixe, Palhacinho, Pinto, Preto, Rajado, Roxinho, Verde, Vermelho, entre outros.
A cultura do feijão tem uma ampla adaptação a diversos climas o que permite seu cultivo, durante todo o ano, em quase todos os estados do país, possibilitando constante oferta do produto no mercado.
A "SAFRA DAS ÁGUAS", cujo plantio é feito de agosto a novembro, com predominância na Região Sul;
O "PLANTIO DA SECA" realizado de janeiro a março, abrangendo a maioria dos estados produtores;
A "SAFRA DE INVERNO" de abril a julho realizada nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste.
As duas primeiras safras são responsáveis por 90% da produção nacional.
Nos Estados acima do Rio de Janeiro e no Centro-Oeste a preferência é pelo plantio de feijão carioca. Já o Paraná, divide a produção igualmente entre carioca e preto. O feijão preto é consumido principalmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. Nas demais regiões do País, o consumo é quase exclusivo do feijão carioca.
O feijão teria surgido na América do Sul. Existem registros históricos de plantio e consumo de feijão que datam há pelo menos 9 mil anos antes de Cristo. Das Américas o feijão se espalhou pelo mundo. Da Europa ao Oriente Médio; da Índia ao Japão; da África aos EUA.
Antigos relatos de feijão ocorrem na Bíblia, no antigo Egito, nas ruínas de Tróia, no Império Romano, nas antigas cortes inglesas e francesas e nos banquetes do Vaticano. O feijão fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha ajudando portanto a difundir o uso e o cultivo do feijão ao redor do mundo.
O feijão foi introduzido na Europa em 1540 e o seu o cultivo, entre outras culturas, livrou a Europa da fome. A expectativa de vida aumentou e a mortalidade infantil decaiu significativamente.
Os índios brasileiros por ocasião do Século XVI, chamavam o feijão de "comanda" e o binômio comanda com farinha, já existia no cardápio brasileiro, quando os portugueses aqui chegaram. Os Bandeirantes incorporaram esta refeição e a espalharam por todo o Brasil.
O feijão é hoje um dos principais produtos fornecedores de proteína na dieta alimentar da família brasileira.
Feijão Carioca
O cultivo e consumo do feijão no Brasil têm duas fases distintas. Antes e depois do surgimento do Feijão Carioca, muito mais produtivo e resistente as pragas do que as outras variedades.
O Carioca é uma variedade bicolor do Phaseolus Vulgaris.
Em meado dos anos 60 o Instituto Agronômico de Campinas iniciou estudos e pesquisas sobre uma nova variedade surgida através de mutações e cruzamentos naturais. O trabalho de escolher as melhores plantas e selecionar os grãos deram início ao surgimento do Feijão Carioquinha ou Carioca assim chamado porque lembrava as calçadas de Copacabana do Rio de Janeiro.
Hoje é praticamente uma referência nacional. Representa 80% do mercado brasileiro e mais de 90% do consumo de São Paulo. Feijão Carioca é símbolo da alimentação da família brasileira.